
Publico aqui a entrevista completa concedida esta semana ao Meios e Publicidade.
M&P- Quais as vossas principais apostas em termos de oferta no último ano?
MXB - A nossa principal aposta no último ano, para além do que temos feito nos últimos anos, acções de comunicação integrada (publicidade estática complementadas com acções especiais de sampling), direccionas para públicos específicos e segmentados, foi sem dúvida na activação da marca.
M&P - A crise tem sido sentida nesta área?
M.X.B. - Como todos sabemos o ano de 2008 não foi um ano simpático para o sector da publicidade. Começou mal, muito mal, fruto de muitas indecisões e com uma grande retracção, porém essa circunstância obrigou-nos a agir, a mudar e a procurar novas soluções a vários níveis, as quais penso que tiveram bastante sucesso, pois presenciámos o melhor segundo semestre da história da New Impact.
M&P - O que estão a fazer para contornar a dita crise?
MXB -Estamos a continuar o nosso próprio caminho, o qual está a produzir bons resultados e este ano, para além da aposta continuada no que em cima mencionámos, temos previsto retomar alguns investimentos, os quais infelizmente tivemos que adiar.
M&P - Quais os trabalhos mais criativos que tiveram nas vossas redes no último ano (pode enviar imagens)?
M.X.B. - Destacamos a acção do B da Compal. Esta acção foi direccionada para um público universitário, como tal foi implementada nas universidades, onde foram utilizados os painéis da New Impact com cartazes lenticulares (sensação de movimento) e várias equipas de promotores a proporcionar a experimentação do produto.
M&P - Porque é que faz sentido os anunciantes apostarem em publicidade exterior?
M.X.B. - Embora a New Impact apareça inserida como meio exterior, esse facto deriva de um erro de mercado, a New Impact é, quanto muito, uma empresa de meios in-door, todos os nossos suportes estão colocados em espaços interiores.Neste contexto o nosso posicionamento permite-nos, perante a tipologia de espaço, não só direcciona e segmentar a comunicação, como também quantifica-la com muito rigor.Para além destas vantagens podemos considerar que os suportes garantem uma taxa de retenção elevadíssima e os nossos locais (ginásios, bares, discotecas, universidades, etc.) possibilitam a colocação de peças decorativas que são verdadeiras mais-valias à dinamização de acções de activação da marca.
M&P- Quais as vossas principais apostas em termos de oferta no último ano?
MXB - A nossa principal aposta no último ano, para além do que temos feito nos últimos anos, acções de comunicação integrada (publicidade estática complementadas com acções especiais de sampling), direccionas para públicos específicos e segmentados, foi sem dúvida na activação da marca.
M&P - A crise tem sido sentida nesta área?
M.X.B. - Como todos sabemos o ano de 2008 não foi um ano simpático para o sector da publicidade. Começou mal, muito mal, fruto de muitas indecisões e com uma grande retracção, porém essa circunstância obrigou-nos a agir, a mudar e a procurar novas soluções a vários níveis, as quais penso que tiveram bastante sucesso, pois presenciámos o melhor segundo semestre da história da New Impact.
M&P - O que estão a fazer para contornar a dita crise?
MXB -Estamos a continuar o nosso próprio caminho, o qual está a produzir bons resultados e este ano, para além da aposta continuada no que em cima mencionámos, temos previsto retomar alguns investimentos, os quais infelizmente tivemos que adiar.
M&P - Quais os trabalhos mais criativos que tiveram nas vossas redes no último ano (pode enviar imagens)?
M.X.B. - Destacamos a acção do B da Compal. Esta acção foi direccionada para um público universitário, como tal foi implementada nas universidades, onde foram utilizados os painéis da New Impact com cartazes lenticulares (sensação de movimento) e várias equipas de promotores a proporcionar a experimentação do produto.
M&P - Porque é que faz sentido os anunciantes apostarem em publicidade exterior?
M.X.B. - Embora a New Impact apareça inserida como meio exterior, esse facto deriva de um erro de mercado, a New Impact é, quanto muito, uma empresa de meios in-door, todos os nossos suportes estão colocados em espaços interiores.Neste contexto o nosso posicionamento permite-nos, perante a tipologia de espaço, não só direcciona e segmentar a comunicação, como também quantifica-la com muito rigor.Para além destas vantagens podemos considerar que os suportes garantem uma taxa de retenção elevadíssima e os nossos locais (ginásios, bares, discotecas, universidades, etc.) possibilitam a colocação de peças decorativas que são verdadeiras mais-valias à dinamização de acções de activação da marca.


