A New Impact, empresa da qual para além de ser director-geral sou sócio fundador, iniciou a actividade no final do ano de 2001, depois do famoso "nine eleven", ou seja no auge de uma crise económica, social, política e psicológica.
Desde essa altura, para já não falar quase desde que me conheço, com excepção de três ou quatro anos em que houve aí umas "massas valentes" provenientes da então C.E.E., não me lembro de ouvir falar noutra coisa a não ser de crise. Palavras como deficit, o P.I.B., desemprego, endividamento, etc., etc e chavões como, estamos de tanga e o país caminha para o abismo, têm sido infelizmente música de embalar e de despertar há vários anos.
Talvez por ter vivido situações profissionais bem complicadas antes de entrar no mundo da publicidade (2001), talvez por conselhos, mas provavelmente por ambas, habituei-me a encarar as crises com bastante normalidade, com bastante tranquilidade e olhando para elas sempre como uma oportunidade.
Não se confunda tranquilidade e normalidade com passividade, nada disso. Nestas alturas, bem pelo contrário, temos que ser fortes, temos que estar atentos, temos que dar o máximo, muitas vezes temos que ir buscar forças onde pensávamos que já não existiam, mas temos sempre que acreditar e se acreditarmos seriamente que estamos perante uma oportunidade de sermos melhores e uma oportunidade de vencer um desafio difícil, então encontramos aí a nossa fonte de energia.
Se acreditarmos seriamente que somos capazes de vencer, então temos muita, muita energia. Energia que chega para nós e ainda sobra para transmitir aos outros e aqui, neste ponto, quanto a mim, está um dos segredos do sucesso, sermos capazes de ter e transmitir sempre e em todas as ocasiões energia positiva.
É por isso que na New Impact, há muito tempo, temos em cima de todas as mesas de trabalho, sempre à mão, um papel com três frases, uma delas diz:
Transmitir sempre energia positiva, dentro e fora da New Impact.
Desde essa altura, para já não falar quase desde que me conheço, com excepção de três ou quatro anos em que houve aí umas "massas valentes" provenientes da então C.E.E., não me lembro de ouvir falar noutra coisa a não ser de crise. Palavras como deficit, o P.I.B., desemprego, endividamento, etc., etc e chavões como, estamos de tanga e o país caminha para o abismo, têm sido infelizmente música de embalar e de despertar há vários anos.
Talvez por ter vivido situações profissionais bem complicadas antes de entrar no mundo da publicidade (2001), talvez por conselhos, mas provavelmente por ambas, habituei-me a encarar as crises com bastante normalidade, com bastante tranquilidade e olhando para elas sempre como uma oportunidade.
Não se confunda tranquilidade e normalidade com passividade, nada disso. Nestas alturas, bem pelo contrário, temos que ser fortes, temos que estar atentos, temos que dar o máximo, muitas vezes temos que ir buscar forças onde pensávamos que já não existiam, mas temos sempre que acreditar e se acreditarmos seriamente que estamos perante uma oportunidade de sermos melhores e uma oportunidade de vencer um desafio difícil, então encontramos aí a nossa fonte de energia.
Se acreditarmos seriamente que somos capazes de vencer, então temos muita, muita energia. Energia que chega para nós e ainda sobra para transmitir aos outros e aqui, neste ponto, quanto a mim, está um dos segredos do sucesso, sermos capazes de ter e transmitir sempre e em todas as ocasiões energia positiva.
É por isso que na New Impact, há muito tempo, temos em cima de todas as mesas de trabalho, sempre à mão, um papel com três frases, uma delas diz:
Transmitir sempre energia positiva, dentro e fora da New Impact.
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